25 anos no mercado de TI me ensinaram uma coisa: o problema raramente é técnico. É sobre pessoas, processos e decisões tomadas sem a informação certa. Estou aqui para mudar isso.
Comecei na linha de frente — suporte técnico, cabeamento, configuração de servidor. Com o tempo, fui percebendo que o maior problema das empresas não era a tecnologia em si, mas a distância entre quem decide e quem executa.
Passei por todas as camadas: operação, infraestrutura, consultoria e, por fim, a gestão comercial e de novos negócios. Essa trajetória me deu algo raro no mercado — falar com o técnico e com o CEO usando a mesma fluência.
Hoje ofereço consultoria independente para empresas que querem tomar decisões de tecnologia com mais clareza, menos desperdício e resultados que aparecem no balanço.
Diagnóstico rápido, proposta objetiva, execução com acompanhamento real.
A maioria dos meus clientes vem por indicação. Isso diz muito sobre como trabalho.
Indico o que resolve o seu problema — não o que me gera maior comissão.
Entendo a dor do time de TI e o que o board precisa ver no relatório.
São as dores mais comuns que ouço dos meus clientes — e que sei resolver.
Migrações mal planejadas custam caro e travam operações por meses.
Sem visibilidade, qualquer brecha vira crise — e crise vira prejuízo.
Stack de TI inchada é dinheiro jogado fora e usuários frustrados.
Central telefônica legada, custo alto e sem mobilidade para o time remoto.
Perda de dados pode paralisar uma empresa em horas.
Sem um interlocutor técnico neutro, a empresa fica refém dos vendedores.
Domínio técnico construído ao longo de 25 anos, sempre renovado.
Migração, arquitetura e gestão
Diagnóstico, políticas e proteção
Implantação e governança
3CX, PABX IP e comunicação unificada
Soluções em nuvem e recuperação
Estruturado físico e lógico
Prospecção, proposta e fechamento
Renovação, upsell e churn reduction
Cada fase adicionou uma perspectiva nova — e é essa soma que torna o trabalho diferente.
Sem relatório de 40 páginas que ninguém lê. Sem reunião que poderia ser um e-mail. Aqui está o processo:
A primeira conversa é minha. Quero entender o contexto, as frustrações e o que já foi tentado — antes de sugerir qualquer coisa.
Digo o que está errado, mesmo que a resposta seja "o problema não é tecnológico". Honestidade agora evita prejuízo depois.
Escopo claro, cronograma realista, custo transparente. Sem letra miúda, sem surpresa na fatura.
Acompanho a execução de perto e continuo disponível após a entrega. O relacionamento não termina com a assinatura.
Pode ser uma dúvida, um projeto sem dono, um fornecedor que não entrega ou simplesmente uma conversa para calibrar o caminho. Estou disponível.
Uma conversa rápida é o suficiente para saber se posso ajudar — e de que forma. Sem compromisso, sem pitch de vendas.